Segunda-feira à noite vi algo curiosíssimo: uma camada fina de água na sela da minha bicicleta após hora e meia de exposição ao ar livre, água essa não gerada por chuva. O que tenho vivenciado aqui na Holanda é uma experiência realmente curiosa: em certos momentos a umidade no ar é tão grande que você praticamente pode morder água no ar. Muito estranho. E não há chuva, mas essa sensação de água no ar. No Rio quando o nível de umidade no ar chega ao mesmo ponto, temos chuva. Fina, grossa, do jeito que for. Mas há preciptação. Aqui, nem sempre. É como se a água permeasse tudo à volta. Talvez seja isso…

Enfim, às vezes é muito estranho comparar esses dois mundos da minha vida, as coisas que acontecem aqui e que acontecem/aconteceram no Rio. Porém não há como não fazê-lo.
(Correções feitas posteriormente, em casa, por não conseguir deixar passar a falta de acentos. No trabalho não posso usá-los, os teclados não estão configurados para tal…)
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