Just “finished” my first “novel”. There’s nothing finished about it, and I wouldn’t consider it a novel, but tough. The important is: I’ve stick to it (to some point) and made an end for it. I think it didn’t get better than that because I ended up not liking anyone in the story, but who cares? I’ve done it. Put my mind to part of it and it worked. At some level. I’m very proud of myself.

Now I’m going to put my mind to my own project: writing a book about my life in the Netherlands. Or something in those lines. I gave myself a period of time and I’m curious to know how much of the real time I’ll need to closure it.

Time will tell.

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Just “finished” my first “novel”. There’s nothing finished about it, and I wouldn’t consider it a novel, but tough. The important is: I’ve stick to it (to some point) and made an end for it. I think it didn’t get better than that because I ended up not liking anyone in the story, but who cares? I’ve done it. Put my mind to part of it and it worked. At some level. I’m very proud of myself.

Now I’m going to put my mind to my own project: writing a book about my life in the Netherlands. Or something in those lines. I gave myself a period of time and I’m curious to know how much of the real time I’ll need to closure it.

Time will tell.

Visitando tante Daniëlle e oom Ron




Estas fotos foram tiradas em Oud Beijerland, domingo passado.
Fomos visitar os tios e acabamos ficando por lá para jantar.

Desenhando em casa, na minha ex-cadeirinha de neném. Agora virou cadeira de criança com mesa. Chique, né? Eu adoro e arrasto essa mesa pra tudo quanto é lado.

Fazendo bagunça na cama dos meus pais…

Num lago irlandês, a caminho de Glendalaugh

Últimas fotos da pequerrucha

À espera de Sinter Klaas (São Nicolau), no Maasboulevard, sábado dia 18 de novembro.

Por aqui não se comemora Natal, pelo menos não tanto quanto no Brasil, na Inglaterra ou nos EUA, mas comemora-se Sinter Klaas, que segundo a história mora na Espanha e vem de navio para a Holanda a fim de distribuir presentes para as crianças que foram boas durante o ano e para comemorar o seu aniversário, no dia 5 de dezembro. Data em que todo mundo se presenteia, lê poesias engraçadas etc.

É um acontecimento nacional e naturalmente o Ruud levou a Jasmijn para vê-lo “chegar” em Schiedam. Faz parte de sua juventude e ele quer compartilhar com ela (e comigo!) essa diversão pessoal e nacional que é Sinter Klaas e Zwarte Pieten (Pedros Pretos). Obviamente comemoramos Natal também, já que não dá para eu largar essa tradição pra lá: quero decoração natalina na casa, muitas velas e jantar especial. E, é claro, presentes. Mesmo que seja um acontecimento puramente comercial para mim (já que não acredito em Deus ou Jesus como partes de uma religião), faz parte da minha cultura brasileira e isso não dá pra deixar pra lá. Então é gozado comemorarmos duas coisas semelhantes porém diferentes no mesmo mês.

Detalhe divertido: ao fundo vemos um navio a vapor. O navio é do primo do Ruud, Kees, que foi nosso padrinho de casamento junto com Aad, Ron e Cláudia. Kees é “guarda” de ponte (existem tantas nesta terra que é preciso técnicos para abri-las sempre que um barco entra num canal onde há uma (ou várias!) ponte(s) e sempre foi um aficcionado por navios a vapor. Comprou este aos 22 anos, rebatizou-o de Hercules e passou uns 5 anos renovando-o para que ele pudesse sair navegando por aí. A prefeitura o aluga todo ano para a “chegada” de Sinter Klaas.

Mais um detalhe: Ron (irmão do Ruud), participou da aventura vestido de Zwarte Piet (um dos, é claro!) e divertiu-se à roda. Essa encenação ele já faz há uns 3 anos aqui em Schiedam.

Segundo o Ruud não posso deixar de mencionar que Papai Noel (Santa Claus) é baseado na pessoa de Sinter Klaas, mas assumiu a forma de bom velhinho gordota e com aquela roupa depois de ter aparecido num comercial da Coca-Cola. Coisas de conhecimento “inútil”… 😉

Estava querendo mostrar como este é um evento popular por aqui, mas não consegui subir a foto. Então fica para a próxima…

I have a lot of difficulty to go back to my novel at the moment. Blergh! I guess I actually don’t like the story and just don’t want to go there and try to find other possibilities to it… Too bad. I’ll stick to the idea for one week more, and will try to do my best to at least give it a finishing touch, but I’m actually not much into it anymore.

Next year I need to choose something that atracts me more……………………..

I have a lot of difficulty to go back to my novel at the moment. Blergh! I guess I actually don’t like the story and just don’t want to go there and try to find other possibilities to it… Too bad. I’ll stick to the idea for one week more, and will try to do my best to at least give it a finishing touch, but I’m actually not much into it anymore.

Next year I need to choose something that atracts me more……………………..

What do I do when I want to do everything?

Eh o titulo de um livro que estou lendo no momento. O livro aborda a existencia de scanners, pessoas com milhares de interesses e que, no final das contas, acabam nao fazendo tudo o que gostariam, do jeito que gostariam etc. Barbara Sher diz ela mesma ser uma scanner, alguem com tantos interesses que nao sabe o que escolher para seguir adiante. Em seu livro ela se pergunta, e pergunta ao leitor, sobre a necessidade de escolher. Escolher por que? Por que nao fazer tudo, mesmo que seja numa intensidade diferente? Segundo ela a vantagem do scanner eh justamente a nao-especializacao.

O livro eh bem interessante e me faz pensar em mim mesma: cheia de talentos, interesses, mas nunca sticking to it tempo suficiente para tornar-me uma especialista em alguma coisa. Discordo da necessidade de dar um nome a essa caracteristica (sou basicamente contra etiquetar o mundo e criar gavetinhas de interesses/modos etc), mas entendo o fato de as pessoas sentirem essa necessidade.

O importante: lendo o livro sinto-me um pouco melhor comigo mesma e meus pensamentos fugidios. Eh obvio que considero necessario a especializacao ate um certo ponto, mas saber que essa abrangencia de interesses nao precisa ser sempre nociva ajuda qualquer um a se centralizar melhor e fazer melhores escolhas.