Durante a minha pausa (nao dah pra dizer almoco, ja que aqui o povo nao almoca), sentada na escada nos fundos da loja, vi um casal idoso passar e pensei comigo que esta eh uma das coisas de que gosto daqui na Holanda: casais que passeam juntos, de maos dadas. Homens ou mulheres que nao pensam em passear com suas caras-metades para mostra-los ao mundo, mas para deles desfrutarem. Foi algo que pouco vi no Rio e de que gosto muito. Foi uma das coisas que me fez “cair” pelo Ruud e ele por mim: andar de maos dadas, curtindo um ao outro e meio que esquecendo o resto do mundo. Mesmo que, depois, tenha-se de pensar nele…

Estamos aa volta com televisao digital. Em Schiedam vai ser o padrao agora, e estamos nos rebolando para descobrir/montar etc. Mais detalhes seguem assim que souber mais a respeito. 😉
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Skype

Skype é ótimo, todos sabemos. Tem sido uma mão na roda poder falar com familiares e amigos de “grátis” ou muito barato (SkypeOut). Mas tem uma coisa MUITO chata: essas pessoas, sabe-se de onde, enviando mensagens e pedindo para serem adicionados na lista de contatos. Pra quê? Eu nem conheço! Não vou querer que pessoas que nunca vi ou ouvi falar, fiquem me mandando mensagens ou chats…

De resto, maravilha. E agora, então, com a possibilidade da webcam… fantástico. Outro dia tive uma conversinha legal com meu pai e Wanda pelo Skype. Ótimo poder vê-los e poder ser vista.

Vou dar uma olhada na princesinha. Botei-a pra dormir, pois está exausta da natação, mas está insistindo em se esgoelar e acordar o mundo de revolta. Então acho que está na hora de saber como ela está, de verdade.

Frances Hodgson Burnett

Looking for books written by Frances Hodgson Burnett, I realized she hasn’t written that much that still hangs around. Even if Little Lord Fountleroy and A Little Princess are pretty soppy books, The Secret Garden is certainly her masterpiece. And if you write ONE masterpiece in your life, whatever else you do will never compare. But is it important? The Secret Garden worth anything. It might be a bit soppy at some points, but it’s about learning lo live, and learn it by yourself.

I suddenly came across different titles written by her that I’ve never seen in my life before, but I still think about her masterpiece…

Something else completely: while checking on new agendas I decided I want to make my own agenda/calendar for next year, with photos and sayings. So, if I want that, I should start as soon as possible…

Still more readings

As it is usual with me, I read different books at the same time. Like 3 or 5… And today I figured out I’ve been reading more in two months that I’ve ever been able to read in the past 4 years! It certainly has to do with not having time for it before. Now that I have a bit of time, and no study to make me crazy with all sorts of stuff, I can read almost anything, anywhere.

So here another small list, with some pictures, if I’m lucky enough (translation: if I manage to work out the upload URL pictures):

  • Urban Shaman, by C.E. Murphy. It’s about a lady who finds out, during a near-death experience, she can heal: herself, people, and probably the world. Nicely written, fast but not too much, it’s a good read for before going to bed.
  • Memories of my Melancholy Whores, by Gabriel Garcia Marquez. In his free and sometimes almost absurd narrative, Gabriel Garcia Marquez is always surprising in his choice of themes and the way he uses them.
    In this new book, the memoirs of a ninety year old man, he makes an evaluation of the choices we maken in our youth and through the years. Choices that unwillingly return to haunt us at some point. That no deed goes unpunished, even the smallest ones. But the most important of all: that life is to be lived to the fullest and anything that differs from that is a waste of time and energy.
    Wonderful book. Read for work, so I would write a small comment on it (just did!) to be published on the website of The Hague OnLine. I still need to find the right website, sorry about that…
  • I’m still reading O Alquimista (badly written in Portuguese, but it seems the translation is pretty good), A asa esquerda do anjo and the newspaper in the train… 😉

As últimas da Jasmijn

  • Estou eu deitada no chão, brincando com a minha filha, fingindo que vou dormir. O que ela faz? Se agaixa, faz carinho na minha cabeça, me abraça e começa a cantar: Nana neném, que… Tenho de começar a rir. Jamais tinha pensado que isso iria acontecer.
  • Sábado de manhã ela acordou às 05:45. Eu ia trabalhar, então o Ruud levantou da cama e foi entretê-la. Ele estava morrendo de sono e, num determinado momento, abriu aquele bocejo. Jasmijn continuòu brincando até que, uns minutos depois, o chamou para vir com ela: “Handje?!” (mãozinha) Ele foi, naturalmente. E o que encontrou? Duas almofadas no chão. Ela deitou numa e indicou a outra para ele: “Slapen?” (dormir) E, ao vê-lo deitar-se, fez carinho na cabeça dele, como ele faz com ela.

Ela não é mesmo o máximo?

Por outro lado, ela anda super rebelde: não quer comer, quer ficar jogando comida no chão, fazer pinturas com seu chá ou leite da manhã, coisas do gênero. E só quer saber de comer sorvete… Ai, ai, onde é que já vi isso antes?!?

Aqui uma foto da mocinha no parquinho ontem…

Reading

At the moment I’m reading a few books, 3 to be correct:

A asa esquerda do anjo, by Lya Luft, a wonderful Brazilian writer. For myself. It’s about a young Brazilian girl growing up in a family dominated by the hardned matriarch, a German old lady. It’s about being different, thinking different, and how you survive in a oppressive world.

O alquimista, by Paulo Coelho, a famous Brazilian writer. For a book club (first time I’m going to one!) Too bad he writes as if his reader doesn’t understand what he’s talking about…

What the bleep do we know?, by a couple of writers (dont’ remember their names…). It’s a book about the film with same name that talks about beliefs, ideas, questions and lots more. For myself. I’m still trying to define what I think about it… Have to read more to be sure.