Cada vez…

penso mais e mais em escrever um livro sobre minhas aventuras e desventuras aqui, as impressões (digitais) desta vida holandesa numa mente brasileira estrangeira. Às vezes me vejo naquela posição estranha de não saber bem como lidar com certas coisas, tentando entender a mim mesma e a meus sentimentos, mas também os sentimentos alheios e o que temos em comum.

O Pabo é uma solução ‘simples’, pois ela está a minha espera. Outras soluções ou outras idéias terei de buscar em mim mesma, nos meus ideais e desejos. Não sei ainda o que quero além de viver ao lado dos meus amores. E mesmo isso tem um certo sabor amargo, já que um deles, o que não pôde me acompanhar, ficou no Rio. Não ficou para trás porque tudo é uma questão de querer manter o contato, porém a distância causa estranhamentos, tristezas, saudades mis.

Se não sigo o Pabo, o que faço? Será que faço? Como disse a Annemiek: tenho um buraco que quero preencher de qualquer maneira, pois ainda estou nesse ritmo de atividade, de ter um objetivo. Mas por que temos sempre de ter um objetivo? Por que não aproveitarmos a vida do jeito que ela é? Por que não aproveitarmos do tempo que temos, da nossa realidade cotidiana? Por que não parar para cheirar as rosas?

Vou escrever mesmo um livro.

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