There’s one good reason NOT to write: when you are not feeling that well.

  • That’s the problem at the moment: I’m not in my best, I’m in a transition moment, a crossword of sorts.
  • I want to do things, but at the same time I need quality time with myself.
  • I want to organize my life and my house, but I can’t seem to be able to organize myself.
  • I want to be fair to people, but I can’t be fair to myself.
  • I want to live my life to the fullest, but I don’t know what that is.

Sad, isn’t it? I think so, and I’m pretty tired of feeling that way. The problem is that I’m plain tired and just don’t have the energy for anything else in my life besides doing stuff that needs to be done such as the laundry, taking care of my wonderful daughter (and that’s one of the problems as well, because I feel I’m not enjoying her as much as I should), going to work or preparing meals. I can’t even enjoy the presence of my husband at the moment and it’s taking its toll, as it would. So, what’s the solution? Is there any? I don’t know, I’m still considering all the possibilities.

One thing though: I’m reading dr. Phil’s Self Matters and I’m quite impressed with how much I can relate, and how much I can understand from other people’s talks.

Life is more than just existing and I just need to find what ticks me. In a much bigger sense than just being in love with a man or loving my child.

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There’s one good reason NOT to write: when you are not feeling that well.

  • That’s the problem at the moment: I’m not in my best, I’m in a transition moment, a crossword of sorts.
  • I want to do things, but at the same time I need quality time with myself.
  • I want to organize my life and my house, but I can’t seem to be able to organize myself.
  • I want to be fair to people, but I can’t be fair to myself.
  • I want to live my life to the fullest, but I don’t know what that is.

Sad, isn’t it? I think so, and I’m pretty tired of feeling that way. The problem is that I’m plain tired and just don’t have the energy for anything else in my life besides doing stuff that needs to be done such as the laundry, taking care of my wonderful daughter (and that’s one of the problems as well, because I feel I’m not enjoying her as much as I should), going to work or preparing meals. I can’t even enjoy the presence of my husband at the moment and it’s taking its toll, as it would. So, what’s the solution? Is there any? I don’t know, I’m still considering all the possibilities.

One thing though: I’m reading dr. Phil’s Self Matters and I’m quite impressed with how much I can relate, and how much I can understand from other people’s talks.

Life is more than just existing and I just need to find what ticks me. In a much bigger sense than just being in love with a man or loving my child.

Depois da piscina

Hoje fui à piscina com a Jasmijn. Estou tentando ir toda quinta-feira com ela, para ela ir se acostumando com água, com natação, com a sensação de leveza na água e a falta de pé. Ela ainda tem muito medo, e muitas vezes fica super grudada em mim, mas está começando a se acostumar e adora ficar passeando pra lá e pra cá. É sempre uma pena eu ir sozinha, pois seria ideal tirar umas fotos dela passeando pela piscina com aquelas bóias laranjas nos braços.

Enfim, após uma manhã bem ativa (ficamos na piscina quase hora e meia), voltamos pra casa, li um pouco pra ela, subi para colocá-la na cama (ela estava começando a cabecear, coitadinha!) e parei na frente do computador para verificar e-mails e brincar um pouco com ela. Visitamos um site holandês, brinquei um pouquinho com ela, fechei o site e fui verificar meu gmail antes de levá-la definiticamente para a cama. Em dois segundos ela estava completamente adormecida nos meus braços, algo que ela não faz assim tão rápido há meses. Ou seja, estava exausta. Agora é aguardar ela acordar, dar banho e comer, não necessariamente nesta ordem…

Já que não tenho fotos mais recentes dela, uma das férias, em julho, na Bélgica. O calor estava tão brabo que mesmo na sombra estava quente…

Leituras

Andei tentando ler:

Murakami: Hard-boiled Wonderland and the End of the World, mas não consegui entrar no clima do livro. Ele é muito pirado pra minha cabeça no momento… Por outro lado, achei-o intrigante: ele não é conformista e tenta coisas diferentes, de modo diferente, e não tem medo da opinião alheia. É refrescante. Ainda vou querer tentar ler em outro momento, porém não foi desta vez.

Ainda quero ler:
Sue Monk Kidd: The Secret Life of Bees
Charlene Harris:
Grave Sight

E uma dúzia de autores brasileiros, entre eles: Caio Fernando Abreu (reler, pois sempre achei o máximo!), Silviano Santiago (nunca li nada do cara, apesar de achá-lo super simpático), Graciliano Ramos (porque todos temos de lê-lo em algum momento da vida), Luis Fernanco Veríssimo (O Jardim do Diabo, presente ganho no ano passado que ainda não tive tempo de ler). É claro que estou aceitando idéias de todos, já que há muito não sei que novos autores estão sendo publicados… Falta grave minha, porém real.
E não posso esquecer dos livros do Tony Bellotto que o Fut me deu no ano passado. Agora que minhas obrigações estudantis praticamente terminaram, devo começar a ter um pouco mais de tempo para isso. Assim espero…

Faltam duas semanas!

Em duas semanas estarei pegando um avião para Paris, às 20:05 da noite, com destino final Rio de Janeiro, chegando na nossa Cidade Maravilhosa de madrugada (praticamente, já que será tão cedo). A ansiedade está batendo, é óbvio, pois ainda não resolvi nem um décimo do que preciso e ainda tenho de fechar uma matéria da faculdade antes de poder dar costas completamente ao curso. Ô coisa! Mas vai dar tudo certo, com certeza!

A Jasmijn continua uma figura. Toda vez que o Ruud vai buscá-la na creche ela vira para ele e o chama de ‘mama’, mesmo sabendo que ele é o ‘papa’. Mas vai fazê-la dizer ‘papa’ em vez de ‘mama’, vai. Não há quem o consiga. Mas ela sabe bem a diferença entre a mãe e o pai, com certeza. Se eu falar alguma coisa em holandês pra ela, ela nem me ouve! Quer dizer, ela entende o que eu falo, mas me olha com uma cara meio do tipo: “O que é que você está dizendo?” E se repito em português uma palavra que ela acabou de dizer em holandês (digo cavalo mostrando o animal após ela ter dito paard), ela me olha com a mesma cara e repete a palavra em holandês. Eu insisto e sei que vai demorar MUITO tempo para ela falar português de verdade, mas só a persistência permitirá o desenvolvimento bilíngüe dela. Então é manter-me firme e forte.

Com o nosso passeio pelo Rio estou torcendo que ela desenvolva o nosso idioma mais rápido…

Aqui uma foto da Jasmijn em junho que me fez pensar muito em mim mesma nesta idade…

Jasmijn e a salada de frutas

Ontem resolvi deixar a Jasmijn brincar o quanto quisesse com a salada de frutas, e o resultado foi um eterno virar de um pote num outro. Eu fiquei ali, olhando fascinada, pois ela brincou de fruta por uns bons 10 minutos! Enfim, quando ela finalmente se cansou, qual foi o resultado: combucada na cabeça e cabelos sujos. É claro que foi necessário muito banho depois dessa…