Paciência

Minha paciência de mãe anda sendo testada bravamente nos últimos dias. A Jasmijn anda tão reclamona e manhosa que às vezes tenho vontade de virar as costas e ir embora. É óbvio que não faço isso, mas manter a constância e a resolução é difííííícil………… Vê-la jogar-se no chão, dando escândalo e fazendo manha às vezes dá vontade de rir, mas outras dá vontade de pegar a menina pelo pé e acorrentá-la à cama até ela se cansar. (suspiro profundo)

Como já dizia a minha mãe: “Ser mãe é padecer (no paraíso é coisa de quem não é mãe!).”

Porém, contudo, todavia, entretanto… ainda é a melhor coisa que poderia ter me acontecido na vida. Eu não gostaria de trocar minha filha por nada deste mundo. Sem contar que ela dá esses ataques em casa, conosco, mas na creche e com os amigos ela continua uma santinha. Então tá bom. Se for santinha do pau-oco na rua mas ela mesma em casa, dou a maior força.

Afora isso, ando cansada por causa de uma gripe atravessada. Fiquei três dias em casa, me alimentando melhor, tomando líquidos e tal, na esperança de melhorar. Estou até um pouco melhor, mas não me sinto realmente assim: cansaço, dor no corpo, dor de cabeça, falta de concentração… Vou ver como estou me sentindo amanhã para poder tomar uma decisão melhor a respeito, mas tenho dúvidas se consigo ir trabalhar assim, já que ir trabalhar implica em pegar trem, bonde, falar com as pessoas, pegar bonde e trem de novo, tudo isso num clima não dos mais agradáveis no momento (nem tão frio assim, porém molhado, com um vento desagradável que penetra os ossos). Ou seja, não estou a fim de continuar ficando doente dia sim dia não, então vamos ver no que vai dar.

Nisso tudo pelo menos a Jasmijn e o Ruud estão melhor. Ela ainda anda tossindo muito, porém tem conseguido botar pra fora e o nariz pelo menos escorre. Melhor do que ficar só entupido, né? E o Ruud ainda tosse, porém bem menos. Quem tosse mais no momento sou eu.

Hoje foi dia de reclamações. Espero que da próxima vez eu esteja mais animada…
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"Prisioneira"


Cá estou eu, “presa” no andar de cima, querendo descer e meus pais não me deixando… Eu agarro o portãozinho e fico batendo e me debatendo, mas eles não abrem por qualquer motivo. Uma pena. Mas de vez em quando posso descer as escadas sozinha, com um dos dois atrás de mim, é claro! Até porque eu mesma fico procurando por eles. Afinal, acho que ainda sou meio pequeninha para descer ou subir essa escada sozinha…

Tranqüilidade

Putz, ando tão enrolada com trabalhos da faculdade, sem tempo pra nada, que às vezes tenho vontade de explodir! Ou de explodir com o mundo, já que é o que me faz sair correndo a 300 km/h.

Ando muito cansada, precisando de férias e tranqüilidade, mas já vi que não vai rolar por um bom tempo. Se é que vai rolar algum dia. Rola, sim, porém segurar as pontas de vez em quando cansa: trabalho, faculdade, filha, marido, casa, amigos e família. Tudo isso sem empregada. Quem agüenta isso? Quem agüenta isso sem pirar, trocar os parafusos ou simplesmente explodir de vez em quando?
Se conhecerem alguém, me avisem! Quero saber qual é a tática usada…

Ontem tive uma conversa muito legal com a minha mentora do estágio. Segundo ela eu talvez esteja preocupada demais com a língua, que eu talvez tenha de me despreocupar mais, deixar rolar com mais leveza. Gostei da abordagem dela. Me deu um certo alento, pensar que alguém considera não apenas a questão do idioma, mas o conteúdo do que preciso saber e aprender. Me deu forças para continuar com mais calma, tentar coisas diferentes. Espero que dê certo. E se não der… acho que, pela primeira vez desde que comecei o curso, estou considerando de verdade que não é nenhum drama cometer erros e não saber as respostas. E se isso significar que não dá para eu seguir adiante agora, não quer dizer que eu não possa fazê-lo depois.

Tudo é uma questão de encarar os problemas com mais tranqüiliadade, sem me estressar tanto como tenho feito. Mas isso só é possível se os dramas pessoais estiverem resolvidos, não é mesmo? Pelo menos é como funciona para mim.

Enfim, tranqüilidade é a palavra-chave. Agora é ver se a gente consegue vivenciar a tão famosa palavra-chave…
Só para não deixar passar mais um dia sem postar, aqui umas fotos da nossa florzinha em dias diferentes: domingo passado comendo chicken mcnuggets no McDonald’s, há umas duas semanas brincando com a lapiseira da mamãe, escrevendo na revista de Sudoku que a mamãe leva pra trabalhar, ou “simplesmente” remexendo na caixa de brinquedos que fica na sala, onde os as coisas dela ficam armazenas. Quer dizer, algumas das coisas dela, pois a sala inteira está cheia de brinquedos e objetos da Jasmijn, assim como o escritório também tem brinquedos no chão. E obviamente, o que a atrai mais? O controle remoto da tv, a torradeira, a comida que os pais estão comendo e ela não… Pois é, criança, nessas coisas, é tudo igual: quer o que não pode.
E o pior nessa história: a Jasmijn inventou nos últimos dias de ficar jogando objetos e brinquedos no porão, pela porta das gatas. Ela mesma não passa, mas descobriu que se jogar alguma coisa por aquela porta, nunca mais vê de volta. Pelo menos por enquanto, pois não estou indo pegar nada. Sem contar que o porão é onde fica o “banheiro” das gatas e não tenho a menor intenção de ficar lavando brinquedo que cai por lá não… Coisas de mãe… 😉

Só para não deixar passar mais um dia sem postar, aqui umas fotos da nossa florzinha em dias diferentes: domingo passado comendo chicken mcnuggets no McDonald’s, há umas duas semanas brincando com a lapiseira da mamãe, escrevendo na revista de Sudoku que a mamãe leva pra trabalhar, ou “simplesmente” remexendo na caixa de brinquedos que fica na sala, onde os as coisas dela ficam armazenas. Quer dizer, algumas das coisas dela, pois a sala inteira está cheia de brinquedos e objetos da Jasmijn, assim como o escritório também tem brinquedos no chão. E obviamente, o que a atrai mais? O controle remoto da tv, a torradeira, a comida que os pais estão comendo e ela não… Pois é, criança, nessas coisas, é tudo igual: quer o que não pode.
E o pior nessa história: a Jasmijn inventou nos últimos dias de ficar jogando objetos e brinquedos no porão, pela porta das gatas. Ela mesma não passa, mas descobriu que se jogar alguma coisa por aquela porta, nunca mais vê de volta. Pelo menos por enquanto, pois não estou indo pegar nada. Sem contar que o porão é onde fica o “banheiro” das gatas e não tenho a menor intenção de ficar lavando brinquedo que cai por lá não… Coisas de mãe… 😉

Domingo fast-food

Fotos nossas tiradas no domingo passado, no McDonald’s, quando paramos para almoçar. A Jasmijn se lambuzou com os nuggets de frango e batatinhas fritas. O que ela mais gosta é dessa história de ela mesma segurar a comida e poder comer sozinha, sem ajuda de ninguém. Essa garota tem só 14 meses (incompletos!) e já é independente…

A foto da mãe mostra o quanto tenho andado cansada ultimamente: trabalho, faculdade, filha acordando às 4h e às 6h da manhã, não querendo mais dormir e você tendo de ficar acordada, mesmo tendo de ir à faculdade à noite, fazer trabalhos, ir para o trabalho e trabalhar… e ainda dar conta da casa e do marido. Alguém me explica como certas mulheres conseguem? Porque eu ando tendo muitas dúvidas a respeito. Mal consigo manter meus olhos abertos, meu pensamento não é linear (nunca foi, porém está um verdadeiro caos no momento!) e minha concentração… o que é isso mesmo?

Felizmente o fim está relativamente próximo. O fim deste bimestre, porque depois deste há outro, férias, e mais um ano que se inicia. Mas eu não consigo pensar muito adiante, não. Só dá pra pensar em bimestres, fases e trabalhos momentâneos. Senão eu piro e jogo tudo pro alto, e isso eu não quero.

E como eu já disse antes: é ir em frente porque atrás vem gente!