Tô na maior pilha!

Essa história de festa de lançamento de livro é um ó do borogodó. Fico nessa atitude blazé de sempre, de que não me importo muito, que vai tudo certo, mas na véspera fico sem conseguir pregar um olho por causa da excitação: será que vai dar tudo certo? Não nos esquecemos de nada? Não seria melhor ter comprado isso em vez daquilo? Ou seja, paranóia da melhor qualidade. Pena que o pagamento não é dos mais inspirados… porém é melhor do que nada, certamente. Do jeito que a crise econômica permeia tudo o que rola no mundo, ter um emprego é com certeza melhor do que não ter nenhum. É óbvio que há sempre melhores oportunidades, melhores salários, melhores colegas ou seja lá mais o quê, porém há também tudo isso pior. E, no momento, o que importa é ter um emprego que não seja muito chato, que não te dê muita dor de cabeça, e que ajude a pagar as contas.

Um único problema aqui: continua dando dor de cabeça. Felizmente menos do que antes, e isso por si só já é um avanço. 😉

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